A energia elétrica é insumo fundamental e estratégico, sendo o principal insumo energético utilizado por 79%  das indústrias e podendo representar mais de 40% de seus custos de produção, segundo a CNI.

Nos últimos anos o setor tem seguido no sentido oposto do ideal, com constantes elevações no custo da energia elétrica. Esta elevação se deve tanto a questões estruturais quanto conjunturais.

Por um lado, a análise da matriz elétrica brasileira mostra uma elevada participação de fontes renováveis e de baixo custo, como as hidrelétricas. Entretanto, quase metade dessas usinas são as chamadas “a fio d’agua” e não possuem grandes reservatórios, o que deixa o sistema elétrico brasileiro cada vez mais vulnerável à hidrologia.

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Somada à conjuntura econômica desfavorável, a elevação do preço da energia elétrica acima da inflação nos últimos anos contribuiu ainda mais para a queda da produção industrial e a redução da competitividade nacional.

O setor comercial também tem sentido pesar o fator “Custo da Energia Elétrica” no orçamento. Aliada a uma menor atividade econômica e à alta nos preços por kwh dos últimos anos, estagnando-se as vendas, o comerciante não reduz seu consumo de energia, visto que, mesmo em baixas no seu movimento, lâmpadas precisam continuar acesas, sistemas de refrigeração precisam seguir funcionando, entre outros. Ou seja, a Energia Elétrica acaba se tornando um custo fixo e pesado ao empreendedor, que impacta significativamente no seu orçamento mensal.

#Válvula de Escape

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